Eu não sou modelo! - por Dani Oliveira

Quer almoçar? A forma mais novayorquina de almoçar é o “To go”.  Ou seja, é comprar sua comida e comer nos parques espalhados pela cidade. Eu disse no outro post que essa cidade era cheia de oásis e, para mim, parques é a melhor coisa que uma cidade pode oferecer à sua população. Saindo da Times Square, indo pela 42st, você encontra o Bryant Park. Ele fica no meio dos inúmeros prédios de escritórios e por isso mesmo atrai muita gente para lá. Não é bem um lugar que atraia o turista ou faça ele ficar. É só um parque certo? Errado! É exatamente nessas áreas que você observa como aquele grupo de pessoas vive e eu sou uma apaixonada por pessoas – principal atração de qualquer lugar. O parque não é loteado por barracas, há apenas dois restaurantes e em pontas extremas. As mesas e cadeiras são do parque e senta quem quiser e quanto tempo quiser. Eu vi muita gente almoçando, lendo, ouvindo música ( há sempre show na hora do almoço), tomando sol ou apenas papeando. Pegue sua comida, escolha uma mesa e desfrute. Esse é o lema.

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Nesse prédio mais antigo da foto, funciona a Biblioteca Pública. O lugar é belíssimo e muito bem conservado, além de ser super utilizado por quem precisa estudar e pesquisar. As salas são sempre cheias. Entre pelas salas e andares… De repente você vai dar de cara com o lugar escolhido por Carrie Bradshaw para se casar com Big no filme Sex and The City. Momento pausa para a emoção. Vale muito a visita e é coisa rápida. Siga pela 42st e vá até a Grand Station. Agora sim você se sentirá em um filme. Que eu me lembre, quase todos os filmes que usam Nova York como cidade, filmam uma partizinha na estação central. O hall central é ainda mais movimentado e frenético do que nos filmes. E isso me leva a comentar sobre o aproveitamento dos prédios antigos. Não é porque ele é tem mais de cem anos que ele perdeu sua funcionalidade. O prédio está mais “vivo” do que nunca e em pleno funcionamento de suas funções, ser a estação central de trens. No seu subsolo há a praça de alimentação e eu não posso deixar de recomendar o cheesecake Red Velvet da Magnolia’s Bakery. Hummm… Delícia demais. Há também um Shake and Shack. Andando por ela, você ainda encontra um mercado que, putz, encheu meu coração de pura inveja. Pela primeira vez na vida, eu tive mais vontade de comer salada do que qualquer outra coisa. As frutas e temperos são de encher os olhos e só desejei ter isso perto da minha casa (ou longe mesmo, mas que tivesse aqui, no Recife).

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Perceberam o casal de noivos fazendo as fotos de casamento no hall central? Em vários momentos cruzamos com casais de japoneses ou chineses (nunca sei, tá?) fazendo o booking de casamento pela cidade.

 

Sem categoria

E finalmente minhas férias eternas acabaram. Esse ano eu não posso reclamar, fui abençoada com duas viagens absolutamente incríveis. O melhor, cada uma das cidades, se mostraram perfeitas até nas suas próprias imperfeições. Nova York é um caos. É barulhenta, suja, tem um trânsito caótico, obras por todos os lados e um mar de gente que às vezes até impede que você consiga andar. E mesmo assim, ela é perfeita. Adoro lugares que no meio do caos se abrem em oásis, com verde, música, todo junto mundo e misturado. Nova York nos proporciona exatamente isso.

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O primeiríssimo lugar que eu visitei (deixei as coisas no hotel e fui) foi a Times Square. Se eu disser que foi o lugar que menos gostei, vocês me chamariam de louca? Detesto lugar LOTADO de gente, passa-passa, e para piorar, estão fazendo uma obra (que dura mais de um ano) e tudo está desorganizado. Mas TEM que ir. Tem que tirar a foto com os letreiros ao fundo. E principalmente, TEM que almoçar no Olive Garden. Há um restaurante da cadeia bem na Times e esse é sempre um bom motivo para ir por lá. Jamais irei ao Estados Unidos sem comer o fettuccine alfredo de lá.

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Nova York é feita para você não se perder. Imagine um retângulo. Divida ele no meio, de cima à baixo, uma banda é East, a outra é West. Agora divida em 10 faixas nesse mesmo sentido, são as avenidas. Faça várias linhas, elas são as ruas, todas numeradas em ordem crescente de Downtown (Wall Street) até Uptown no Central Park. A Time Square fica no meio ou Midtown. Até os metrôs são simples. Têm as letras, abcde, e os números. O sentido ou é Downtown ou Uptown. A escolha vai ser pela proximidade da avenida que você quer descer. Entre as ruas a distância é pequena. Eu fiquei na 31st, a Times é na 42st. São onze quadras, mas são estreitas. Rapidinho você chega. Ir de uma avenida para outra exige um pouco mais, as quadras são mais largas.

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O hotel que eu escolhi foi o Hampton In Madison Square Garden. Isso mesmo, ele leva esse nome por ser quase na esquina da casa de show, a mesma que Ivete fez o show. O custo de hospedagem por lá é absurdamente cara e os quartos, no geral, são pequenos. Escolhemos esse depois de pesquisar quase 20 páginas no Booking.com e ajudou muito eu ter lido num blog sobre ele. O hotel é organizado, tem um café da manhã bem decente, num espaço que parece ser pequeno, mas que não nos deu problema. Os recepcionistas são super atenciosos, mas eu não sei como eles se comunicam com pessoas que não falam inglês. Há sempre gente na recepção. Saber inglês facilitou muito na hora que chegamos para fazer o check in, há certas taxas que modificam o valor da reserva e muita gente deve ficar sem entender. Primeiro há a taxa de estadia cobrada por dia pela Prefeitura de Nova York. Há também os impostos pelos serviços, no fim, paguei quase US$400,00 a mais. Alguns hotéis cobram uma caução, no meu caso de US$25,oo por dia, que foram devolvidos no fim. Então não se assuste quando o recepcionista falar o valor, apenas confira. O Hotel era bem localizado, junto da Penn Station, e por ter um movimento enorme de pessoas, há muitas lanchonetes, supermercados e serviços por perto e dentro da estação. Eu voltaria lá.

Bem, esse foi o primeiro post sobre Nova York. Vou falar sobre os lugares que mais gostei, sobre as compras e restaurantes. Fiquem ligadas.

 

 

Look Meu

Uma leitora no post que eu fiz sobre “Como usar short boyfriend” me pediu que eu selecionasse modelos plus size também. O mais interessante foi que eu procurei, mas não achei. Claro que existe blogueiras plus pelo mundo afora, o problema é que no universo gigantesco dos blogs, esse percentual é infinitamente menor. E é desse percentual pequeno que eu tenho que localizar e me identificar nas postagens, principalmente no quesito estilo. Talvez seja algo da minha cabeça, mas eu não olho um blog com mulheres magras e acho que aquilo só serve para elas, eu olho e tenho certeza que serve para mim também, seja porque eu já vesti algo parecido ou porque eu escolho as modelagens que melhor ficam em mim. Nem sempre o que posto, eu uso, e nem sempre o que eu acho na internet, eu posto. Seleciono de acordo com o jeitinho que o blog tem.

Mas como eu me intitulo a modelo de vocês, na sexta-feira, eu usei meu short boyfriend e fotografar. O look era bem descontraído e próprio para um almoço com as amigas e trabalho a tarde. Achei esse short na seção Special For You da C&A e ele é 48, mas a numeração deve ir até o 56. Achei ele bem confortável, mas eu definitivamente prefiro as saias. Minhas coxas grossas ficam menos definidas com elas. Na minha opinião, vale para variar.

Meninas, eu viajo amanhã e estou correndo com os últimos detalhes da viagem. Estou indo para Nova York realizar o sonho de conhecer a Big Apple. Não sei se irei postar por aqui, queria me desligar um pouco, mas acho que do Instagram e do Facebook não conseguirei. Então me segue por lá também.

Crédito | Jaqueta Riachuelo G | Camiseta Renner G | Short C&A Special For You 48 | Colar Shoulder | Bolsa Zara | Sapatilha Arezzo.

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Look Meu

E finalmente eu voltei a perceber que eu tinha outros sapatos no meu guarda-roupa além do tênis. Todos foram devidamente testados e já foi escolhido o confortável para viagem. Agora falta a parte mais simples, fazer a mala… Posso começar a chorar?!

Bom, como até lá a vida tem que continuar, hoje tem look que quase foi normal se não fosse pelo comprimento da saia. A maioria não curte esse comprimento, mas eu sou uma amante das saias, e tirando a balonê, todas as outras são opções adoráveis para mim. Amo, amo, amo! A saia de hoje é da coleção inverno da marca Prosa. A estampa é igual a do moletom que usei semana passada, só brinquei mais com as cores. Eu simplesmente adorei a roupa e as fotos do look de hoje. Adoro quando consigo fotografar na rua do Bom Jesus. E é assim que vamos começar a semana, espero que gostem também.

Créditos | Camiseta C&A 44 | Saia Prosa G | Bolsa Zara | Sandália Arezzo | Pulseiras acervo.

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